domingo, 13 de setembro de 2009

Delírios


Hoje te busquei dentro de mim,
ecoei seu nome por todo meu ser...
Mas você não está aqui.
É com você que me sinto vivo.
Por favor, me deixe sentir.
É um suplício de vida,
Antes que me definhe em morte.
Desejo o seu beijo,
Assim como preciso respirar.
- A cada instante.
Hoje soprei na madrugada fria,
"Eu te amo" de modo que o vapor,
Pudesse te alcançar...
Porque eu não posso?
Por que fazer isso com a gente?
Fique aqui pertinho de mim...
Deite sua cabeça em meu peito,
vamos falar, discutir, nos beijar, nos amar...
Para então cairmos no sono...

Porque tem que ser assim?
Eu te amo, e você sabe disso.
Hoje as palavras estão sendo lançadas,
sem regras, sem rimas.
Estão fluindo.
Mas se palavras valessem algo,
mudos não amariam...
Surdos seriam sozinhos.

Deixe me sentir.
Preciso de teu sentimento.
Se a lâmina corta a carne,
quero sentir a dor.
Se o fogo queima a pele,
quero me sentir em brasas.
Se eu sou capaz de amar,
quero sentir todo amor.

Porque é com você,
Que se diz impossível de se tocar,
Que está a milhas de distância...
Que quero estar.

É você, e ninguém mais.

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